Eu nem sei se esse ‘chip’ do meu título se escreve assim, mas acho que está correto. Mas mesmo que seja de outro jeito, o som é esse e a pecinha a que me refiro todos os mortais conhecem. Ela faz parte de toda pós-modernidade que conhecemos e é componente obrigatório de todos os aparelhos eletrônicos que conhecemos... E quanto mais minúsculo parece ser, o mais eficiente. A nanotecnologia já deve estar por aí também.
Estou falando deste bichinho cheio de nove-horas porque ele andou me dando um ‘baita’ trabalho nestes últimos tempos. Como me deu trabalho! Eu até aprendi a mexer com ele. As ordens de operadoras, competentes ou não, da área da telefonia móvel (como é chique falar atualmente e não na antiquada forma que era celular) me obrigaram tantas vezes a retirar o chip de um aparelho e colocá-lo em outros que eu até já sei como fazer com essas minúsculas partes de um celular. E, acho que aprendi muitas coisas nesses mais de vinte dias de liga, desliga, torna a ligar e tira chip, põe chip e vai pra cá e vai pra lá e fala com lilianas, marias, fernandas, brunos, antonios, marcos, enfim fala, fala, torna a falar e a executar tarefas... . Percebo que é muito difícil viver neste mundo global e globalizado... A gente é informada de mais de dez protocolos e nunca consegue ser atendido pela mesma pessoa, e há momentos de uma sensação tão estranha que parece: ‘endoidou de vez’.
E, como diria um amigo meu, deixa andar que é isso mesmo!
Ao lado dos problemas com ‘serviços’, com a tecnologia avançada e vai por aí; tudo o que está ocorrendo com nosso clima! Será que devemos começar a pensar mais seriamente no calendário maia?
Mas, deixa pra lá, depois deste último campeonato brasileiro ou brasileirão, como querem muitos. E até! |