A General Motors anunciou, anteontem, a criação de uma nova organização regional para atender a crescente demanda dos clientes na América do Sul. A GM América do Sul terá sede em São Paulo, Brasil, e será liderada por Jaime Ardila, atual presidente e diretor geral da GM Mercosul. Ardila torna-se presidente da GM América do Sul e se reportará ao Chairman e CEO da GM, Ed Whi-tacre.
A GM América do Sul inclui as operações industriais e comerciais no Brasil, Argentina, Colômbia, Equador e Venezuela, assim co-mo as atividades de vendas na-queles países e na Bolívia, Chi-le, Paraguai, Peru e Uruguai. A GM América do Sul conta hoje com 29.000 empregados. Como parte da organização global de operações de produto, a GM América do Sul conta com cen-tros de design e engenharia que permitirão a continuidade do desenvolvimento de carros e pi-capes que complementam as arquiteturas globais da GM. Nos primeiros cinco meses do ano, a GM vendeu 394.000 veículos na América do Sul e sua participação no mercado é de 20,2 por cento.
"A equipe da GM Operações Internacionais tem realizado um ex-celente trabalho expandindo a nossa presença global", disse Whitacre. "Entretanto, com o crescimento rápido dos mercados na Ásia, Orien-te Médio e Rússia, precisamos que o time da GMIO concentre-se exclu-sivamente nesses países, que são cruciais para nosso crescimento".
Com as mudanças, Denise C. Johnson, vice presidente de Rela-ções Trabalhistas, será nomea-da presidente e diretora geral da GM do Brasil, a partir de 1º de Julho. Ela se reportará a Ardila. Catherine L. Clegg, gerente de Manufatura da GM Norte América, substitui Johnson como vice presidente de Relações Trabalhistas, a par-tir de 1º de Julho de 2010. Ela se reportará a Diana Tremblay, vice presidente de Manufatura e Relações Trabalhistas da GM. O sucessor de Clegg será anunciado oportunamente.