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VÍDEO: Presidenta da FPF fala sobre ação que multou a entidade e quase cancelou Campinense x Atlético

Primeira partida entre Campinense e Atlético de Cajazeiras pela semifinal do Campeonato Paraibano por pouco não mudou de local

Por Jocivan Pinheiro

01/04/2019 às 14h59 • atualizado em 01/04/2019 às 15h00

A primeira partida entre Campinense e Atlético de Cajazeiras pela semifinal do Campeonato Paraibano, que aconteceu na tarde deste domingo (31), por pouco não mudou de local.

É que na sexta-feira, a 5ª Comissão Disciplinar do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) acolheu uma denúncia do Botafogo do Rio e mandou interditar o Estádio Amigão, em Campina Grande, além de ter aplicado multas para o Campinense e para a Federação Paraibana de Futebol (FPF).

O alvinegro carioca alega que o Campinense alterou dados relacionados a público e renda do jogo entre as duas equipes pela primeira fase da Copa do Brasil 2019.

Acontece que, segundo a presidenta da FPF, Michelle Ramalho, a federação só foi notificada 42 horas antes da partida entre Campinense e Atlético. Ela diz que, de acordo com o Estatuto do Torcedor, uma partida só pode mudar de local 72 horas antes.

VEJA MAIS: Jogando fora de casa, Atlético de Cajazeiras empata com Campinense e decide no Sertão

Michelle Ramalho, presidenta da Federação Paraibana de Futebol (Foto: Reprodução/TV Cabo Branco)

Ainda à beira do gramado do Estádio Amigão, a mandatária da FPF falou com a TV Diário do Sertão sobre a queda de braço com o STJD.

“A federação não poderia se esquivar e ficar dando uma de ‘João sem braço’ que não recebeu a decisão. Eu fui atrás do presidente do STJD para fazer uma nota de esclarecimento porque eu não concordava com aquela decisão e eu mostrei que iria ferir o Estatudo do Torcedor, Artigo 20, que diz da venda de ingressos 72 horas antes, e a decisão chegou muito pouco antes de 48 horas, então por isso eu fiz um ofíco para o presidente e ele respondeu e liberou o estádio para esse jogo”, explica Michelle Ramalho.

Apesar da liberação do Amigão, a presidenta da FPF admitiu que vai entrar com um recurso no tribunal para reverter a decisão que também pune a federação com multa.

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