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VÍDEO: Menina de 11 anos supera doença rara com apoio da família e amigos: “Criei vontade de continuar”

Com 8 anos de idade, Catarina Cândida foi diagnosticada com a Doença de Cushing, um tumor na hipófese, glândula que fica dentro do crânio

Por Jocivan Pinheiro

16/03/2021 às 15h51 • atualizado em 16/03/2021 às 16h05

O programa Balanço Diário desta segunda-feira (15) trouxe mais uma grande história de esperança, fé e superação. A pequena Catarina Cândida, de 11 anos, e seu pai bateram um papo com o apresentador Fernando Antônio sabre a luta que a família travou para que Catarina superasse uma doença rara.

Com 8 anos, Catarina foi diagnosticada com a Doença de Cushing, um tumor na hipófese, glândula que fica dentro do crânio. A suspeita surgiu quando uma tia de Catarina que é médica oncologista percebeu um aumento anormal de peso e um inchaço no rosto e região abdominal, muito comum em pacientes com excesso de produção de cortisol.

Por ser algo raro para a idade dela (Doença de Cushing é comum em mulheres entre 20 e 40 anos), a família encaminhou a menina para continuar o tratamento em São Paulo, onde um cateterismo confirmou o tumor produtor do hormônio ACTH, que faz com que as suprarrenais produzam mais cortisol.

Inicialmente, Catarina submeteu-se a duas tentativas para a retirada do tumor. Decidiu-se, então, que seria necessária a retirada de uma suprarrenal e parte da outra, o que também se mostrou insuficiente para conter a produção excessiva de cortisol.

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Doença de Cushing ocorre por causa de um tumor na hipófese, glândula que fica dentro do crânio

O caso virou uma corrida contra o tempo, pois a doença afeta o crescimento, pode causar problemas cardíacos, diabetes, cegueira e afetar a saúde emocional. E para desespero da família, o problema piorou porque o tumor começou a crescer descontroladamente após a retirada do que restava da suprarrenal, quase atingindo o nervo ótico.

Além da dificulfdade da doença em si, o cenário para o tratamento não era ideal por causa da pandemia de Covid-19. Nenhum médico queria arriscar uma cirurgia tão delicada na atual situação dos hospitais. Foi então que um neurologista de Curitiba aceitou fazer a cirurgia. Porém, em dois meses o tumor voltou ao mesmo tamanho de antes. Pouco tempo depois, Catarina passou por mais duas cirurgias em menos de uma semana na capital paranaense. Depois disso, ela passou por uma rádio-cirurgia em Brasília.

Em todos esses procedimentos, Catarina ficou em UTI, mas sempre aceitou o tratamento com paciência e se mostrou resiliente. No Balanço Diário, ela atribui essa força à família e aos amigos.

“Eles fizeram com que eu sentisse que ia ficar tudo bem, que estava tudo seguro, que eu ia ter um caminho de paz e tive mesmo, por causa do grande apoio da minha família, dos meus amigos. Assim eu comecei a criar uma vontade de continuar”, diz a garotinha.

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