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Jeová Campos critica Paulo Guedes e dispara: “auxílio emergencial de R$ 200 é uma esmola para o povo’’

O deputado estadual criticou o governo Bolsonaro, que avalia a possibilidade de redução do valor do auxílio emergencial dos atuais R$ 600 para R$ 200.

Por José Dias Neto

21/05/2020 às 08h52 • atualizado em 21/05/2020 às 08h53

Paulo Guedes é ministro da Economia do governo Bolsonaro

O deputado estadual Jeová Campos (PSB) criticou nesta quarta-feira (20), o ministro da Economia, Paulo Guedes, do governo Bolsonaro, que avalia a possibilidade de redução do valor do auxílio emergencial dos atuais R$ 600 para R$ 200.

“O auxílio de R$200 é uma esmola. O povo brasileiro, que está desempregado, sem ter condições de trabalhar, precisa de dignidade e não de esmola”, disse.

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Jeová, que ficou indignado com a sugestão do ministro, foi o autor de um Projeto de Lei, pioneiro em nível nacional, que propôs a ampliação do prazo de pagamento do auxílio para 31 de dezembro.

Deputado Jeová Campos

“O que o governo federal tem que fazer agora é prorrogar o auxílio emergencial até dezembro, no valor originário, de R$600, porque o desemprego vai aumentar, os autônomos vão ter muita dificuldade de voltar a trabalhar e esse período de pandemia quem tem que bancar a conta é o Estado Nacional”, esclarece Jeová.

Jeová lembra que o auxílio foi criado para durar apenas três meses, com valores concedidos em abril, maio e junho, mas que com as indefinições e agravamento da situação decorrentes da pandemia é justo que seja prorrogado.

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“Essa prorrogação tem que acontecer e mantendo os valores atuais. Não dá para desamparar essa expressiva parcela da população brasileira que se encontra vulnerável. O que Guedes propõe é uma crueldade”, reforça o parlamentar.

O deputado lembra que não há justifica na redução do montante concedido e afirma que essa é mais uma maldade do ministro da Economia que tinha proposto esse mesmo valor de R$200, no começo da pandemia.

“Desde o início que Guedes queria os R$200, mas o governo aceitou elevar o montante para R$600, após pressões da sociedade e do Congresso Nacional. Agora, é hora de mais uma vez nos mobilizarmos para que o auxílio seja ampliado, sem alteração no valor pago”, finalizou o deputado.

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