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Em votação secreta, Assembleia Legislativa revoga prisão da deputada estadual Estela Bezerra, do PSB

O relator da matéria, deputado Felipe Leitão (DEM), apresentou um voto pela revogação da prisão da socialista.

Por Luzia de Sousa

18/12/2019 às 07h04

O relator da matéria, deputado Felipe Leitão (DEM), apresentou um voto pela revogação da prisão da socialista.

A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) aprovou por ampla maioria, em sessão extraordinária realizada nesta terça-feira (17), a revogação da prisão preventiva da deputada estadual Estela Bezerra (PSB).

Em votação secreta, com a presença de 32 parlamentares, ficou definido que por 25 votos foi aprovado o relaxamento da prisão da deputada. Além de Estela, não participaram da votação Júnior Araújo (Avante), Dra Paula (PP), Moacir Rodrigues (PSL) e Nabor Wanderley (Republicanos).

VEJA TAMBÉM: Desembargador decreta prisões de 17 investigados em operação; ex-governador e deputada estão na lista

O relator da matéria, deputado Felipe Leitão (DEM), apresentou um voto pela revogação da prisão da socialista.

A deputada Cida Ramos (PSB), que foi alvo de mandado de busca e apreensão, se absteve da votação. Já o deputado Cabo Gilberto (PSL) foi o único parlamentar a expor a cédula de voto. Ele defendeu que Bezerra seguisse presa.

“A Assembleia, por sua maioria, decidiu que a deputada Estela Bezerra deve ser solta e deve responder em liberdade o processo a que esta sendo acusada. Esta é a vontade da maioria do parlamento”, declarou o presidente da Casa, Adriano Galdino.

Estela foi presa na sétima fase da Calvário

OPERAÇÃO
A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta terça-feira (17), a Operação Calvário – Juízo Final, para combater organização criminosa atuante em desvio de recursos públicos destinados aos serviços de saúde no Estado da Paraíba, por meio de fraudes em procedimentos licitatórios e em concurso público, corrupção e financiamento de campanhas de agentes políticos, bem como superfaturamento em equipamentos, serviços e medicamentos.

A operação, realizada em conjunto com o o Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado GAECO/PB, Ministério Público Federal e Controladoria-Geral da União – CGU, apura desvio de recursos públicos na ordem de R$ 134,2 milhões, dos quais mais de R$ 120 milhões teriam sido destinados a agentes políticos e às campanhas eleitorais de 2010, 2014 e 2018.

Cerca de 350 Policiais Federais, além de Procuradores da República e auditores da CGU dão cumprimento a 54 mandados de busca e apreensão e 17 mandados de prisão preventiva, nos estados da Paraíba, Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro, Goiânia e Paraná.

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